QUEM SOMOS

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Carlos Marques

Alexandra de Jesus

Pedro Moreira

Susana Malhão

Nuno Coelho

Lúcia Caroço

Produção

'A multitasks"

Direção Artística

"O saco de boxe"

Conselheiro

"O guru"

Relação Comunitária

"O ouvido"

Direção Musical

'O workaholic"

Designer

'A imagem"

TRIMAGISTO

A COOPERATIVA CULTURAL
 

Fundada em 2001 na cidade de Évora, hoje tem a sua sede em Montemor-o-Novo. 

A Trimagisto tem a direção artística de Carlos Marques e desdobra-se em projetos de criação nas áreas do teatro, da Música, da narração oral e da vídeo arte/multimédia. 
É uma cooperativa consciente do seu impacto nas diversas comunidades onde se insere, por isso a sua versatilidade implica um trabalho atento de auscultação do outro e de investigação nas temáticas que decide abordar. 

Através dos vários suportes e linguagens diversificadas cria espetáculos de cariz poético e narrativo, oscilando entre a literatura erudita e a popular, sem nunca descurar a proximidade com o público. Além de criações programa regularmente em Montemor-o-Novo, para públicos diversos e contextos sociais menos evidentes.  
Foi formada por estudantes e profissionais de teatro, desenvolvendo no início um trabalho experimental sobre poetas e dramaturgos. Em 2003 inicia a sua incursão no teatro narrativo através de Nuno Coelho e de Luís Correia Carmelo, afastando-se de textos dramáticos e encontrando na narração uma nova relação com a palavra. Entre 2004 e 2008 programou os “Contos de Lua cheia” e o “Festival internacional de narração oral de Évora”. Em 2008 realiza o projeto “re.contando” e em 2009 centra a sua atividade em Montemor-o-Novo através de Carlos Marques onde desenvolve com as diversas comunidades até hoje, várias propostas artísticas envolventes. Nomeadamente a Festa dos Contos | Festival da Palavra (desde 2009 e nos últimos 4 anos em coprodução com a Algures, espetáculos artísticos e comunitários, como BAQUET (2012) ou WELCOME (2011), e espetáculos de autoria como “Às vezes quase me acontecem coisas boas quando me ponho a falar sozinho” (2010); “Constantin Gavrilovitch acaba de se matar” (em coprodução com o Projeto Ruínas, 2013), e ainda os espetáculos “Como assim levantados do Chão” (2014), “Levantei-me do Chão” (2015), “A Ela ninguém escapa” (2016), “Um espetáculo para os meus filhos” (2017), “No Fio do Azeite” (2019) e #ABALAR (2020) em coprodução com a Algures, e NO DIA SEGUINTE NINGUÉM MORREU (2021).